Dep. Ratinho Jr. cria projeto de Lei para coibir com a violência no futebol

Projeto se for aprovado terá apenas uma torcida nos estádios de futebol

Cinco títulos mundiais, o único país a participar de todas as Copas do Mundo da FIFA, além das inúmeras conquistas do futebol brasileiro ao longo da história, parece ser pouco ou quase nada, diante de um inimigo que acompanha o esporte nos estádios pelo país.
As grandes conquistas do futebol brasileiro poderia ser motivo de muita alegria, satisfação e respeito, mas a violência é um adversário perigoso e que não perdoa com seu julgamento junto aos torcedores.

Mas a violência não é um problema particular do futebol do país. Esse adversário maléfico marca presença em todos os estádios do mundo e assusta os mais variados torcedores que amam o futebol.

O deputado federal Ratinho Junior (PSC/PR), filho do famoso apresentador de TV, Carlos Roberto Massa, o Ratinho, apresentou na Câmara Federal o Projeto de Lei 6569/09 para tornar obrigatória a torcida única em jogos de futebol e que tem medidas para impedir a violência nos estádios brasileiros. A meta é punir as entidades que desrespeitem a determinação com perda de mando de campo pelo tempo mínimo de seis meses.

Mas o jovem político não parou por aí e não satisfeito criou o Projeto de Lei nº 6908, de 2010 que acrescenta um dispositivo à Lei nº 10.671, de 15 de maio de 2003, sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor. A proposta do jovem político é que no momento da compra de ingressos, o cadastramento seja feito com foto e apresentação de documentos e comprovantes de endereço, identificação biométrica e a gravação de imagens com monitoramento de todas as ações de torcedores e freqüentadores de estádios, e em outros locais de eventos esportivos, com capacidade para mais de 20 mil pessoas.

A preocupação de Ratinho Júnior foi por conta dos incidentes ocorridos na partida entre Coritiba e Fluminense, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2009. Ao final do jogo e com o rebaixamento do time do Coxa, houve uma confusão generalizada provocada pelos torcedores do time do local e exibidas para todo o país ao vivo por canais abertos de TV.

A inquietação do deputado federal é também de todos os brasileiros que saem de suas casas para ter no futebol, um momento de lazer e descontração. Hoje, o esporte é um produto e precisa ter qualidade e o torcedor é um consumidor potencial que merece todo respeito e não pode ficar a mercê de marginais, bandidos ou de pessoas mal intencionadas. Essa ajuda do nobre deputado federal em acabar com a violência nos estádios é exemplar e deve ser seguida por todos os políticos que dizem trabalhar em prol do eleitor.

O deputado Ratinho Júnior se inspirou também nas medidas tomadas no futebol argentino de coibir com a violência de torcedores nos estádios de futebol. Segundo a matéria veiculada no site http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,torcida-visitante-nao-pode-entrar-na-segundona-argentina,326107,0.htm a torcida visitante não tem vez. Pelo menos, nos jogos da Segunda e da Terceira Divisões na Argentina. Isso é o que determina a Justiça deste país desde 2007, quando – para debelar uma onda de violência nos estádios – decidiu cortar o mal pela raiz. Isto é, já que os conflitos – com o saldo de feridos e mortos – costumavam ocorrer entre as torcidas durante ou após os jogos, a solução foi impedir que os torcedores visitantes comparecessem aos estádios dos times anfitriões. A medida, que inicialmente foi aplicada na província de Buenos Aires foi ampliada para o resto do país e está vigente de forma ininterrupta desde agosto de 2007 nos jogos da segunda e terceira divisão. Em apenas uma única ocasião essa medida foi utilizada em um jogo da Primeira Divisão, mais especificamente um clássico River-Boca.

Com exclusividade, o deputado federal Ratinho Júnior (PSC/PR), respondeu algumas perguntas para esclarecer sobre seu Projeto de Lei que visa diminuir e acabar com a violência absurda que assusta os torcedores nos estádios e outras praças esportivas pelo Brasil.

1. Em sua opinião a proposta sendo aprovada vai diminuir consideravelmente o índice de violência nos estádios e outras praças esportivas de qualquer modalidade?
Ratinho Junior – Sim. Com certeza porque não é novidade. A sua eficiência e eficácia já foram comprovadas no país vizinho, na Argentina. Com essas mesmas medidas, a violência diminuiu consideravelmente. O mesmo queremos para Curitiba, para o Paraná, para o país. Chega de violência, vandalismo e até mortes.

2. O que a lei pode trazer de benefício para o futebol brasileiro em especial???
Ratinho Junior – Exatamente isso: a criação de uma cultura de paz nos esportes. E como país sede de uma Copa do Mundo, devemos mostrar que o Brasil está preparado e temos de dar exemplo de cidadania para o mundo.

3. O Senhor já pensou na reação das equipes visitantes se no caso a proposta ser aprovada em não poder comparecer nos estádios?
Ratinho Junior – Sim. Qual é o problema? As pessoas decentes preferem a paz, lutam pelo bem e pela vida. Ninguém em sã consciência irá reclamar.

4. Com a aprovação da proposta os clubes que seriam os visitantes não teriam uma perda financeira, principalmente se forem equipes com pouca expressão futebolística?
Ratinho Junior – Não. Basta ver o exemplo infeliz dado pelo Coritiba, na capital do Paraná. O Clube obteve ganhos ou obteve perdas financeiras imensas? Além, é claro, das perdas humanas e morais. Os trágicos e inconcebíveis acontecimentos envergonharam toda a sociedade, independente da cor do nosso time do coração. Temos de coibir, de alguma maneira, que isto se repita.

5. O Senhor já pensou em fazer uma pesquisa com os clubes do futebol brasileiro para saber qual o pensamento destas entidades?
Ratinho Junior – Tenho certeza de que todo dirigente esportivo luta pelo benefício de seus associados, de seu Clube e de toda a Nação desportista. Nenhuma pessoa em juízo perfeito prefere a guerra à paz. Todas lutam pelo bem comum. Esta é também a minha missão social e política.

Ano passado, o governo federal entrou na luta com a implantação do Projeto Torcida Legal com o objetivo de diminuir a violência nos estádios de futebol, com a instalação de câmeras dentro dos estádios e em seus arredores, além de criar uma identificação dos torcedores tanto na hora da compra do ingresso, quanto durante a partida, para saber se a mesma pessoa que comprou a entrada é a mesma que assistiu o jogo.

Infelizmente ao longo da história do futebol brasileiro foram registrados inúmeros casos de violências nos estádios. Um local que deveria servir para diversão, animação e até mesmo de confraternização passou a ser freqüentado por torcidas organizadas, que na maioria das vezes são as grandes responsáveis pelos tumultos e mortes de torcedores comuns que vão ao estádio apenas para assistir futebol.

Parabéns deputado Ratinho Júnior, pelo seu projeto, pois qualquer político que se preze, tem que fazer projetos em benefícios da sociedade em geral, principalmente do cidadão brasileiro que trabalha para viver dignamente em nosso país.

QUEM É RATINHO JÚNIOR
Nascido a 19 de abril de 1981, em Jandaia do Sul, Região Norte do Paraná, Carlos Roberto Massa Júnior, mais conhecido por Ratinho Junior. Filho de dona Solange e do famoso apresentador e hoje empresário dos meios de comunicação, Carlos Roberto Massa, o Ratinho.

Formou-se em Marketing e Propaganda, pela Faculdade Internacional de Curitiba, Facinter, em 2004. Foi empresário, diretor de empresas e comunicador, profissão que ainda abraça. Ratinho Junior tem um Programa “Microfone Aberto”, na Rádio Massa FM, onde ele fala com o público de segunda à sábado, das 7 às 8 da manhã.

O início de sua trajetória política foi um marco histórico. Em 2002, aos 21 anos, foi o deputado estadual mais votado da história do Paraná, com mais de 189 mil votos. Parte desses votos, ele sabe que deve ao apoio do próprio pai e à equipe que o acompanha até os dias de hoje. E, em 2006, ele obteve a segunda maior votação para a Câmara Federal, com 205 mil votos em 370, dos 399, municípios, do Paraná.

Em janeiro deste ano, o deputado federal Ratinho Junior (PSC/PR) foi apontado como o parlamentar que mais apresentou propostas, na Câmara Federal, desde 2007. O levantamento abrange os três anos da atual legislatura e é baseado em informações oficiais do site da Câmara dos Deputados (www.camara.gov.br). Ratinho Júnior é o recordista entre os novatos, já apresentou 284 proposições e foi relator de outras 60.

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Sobre pauloveiga

PAULO ROGÉRIO VEIGA, 43, GRADUADO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM RÁDIO E TV E PÓS-GRADUADO EM MARKETING E COMUNICAÇÃO DE MERCADO. HÁ 27 ANOS RECEBO INFORMES OFICIAIS DA FIFA. ESSA OPORTUNIDADE TEM PROPORCIONADO UM ESTUDO E PESQUISA SOBRE O FUTEBOL MUNDIAL E PASSEI A CONHECER O TRABALHO QUE É REALIZADO PELA FEDERAÇÃO INTERNACIONAL EM TODAS AS ÁREAS DO FUTEBOL MUNDIAL. REALIZO UM TRABALHO NA INDICAÇÃO DE JOGADORES E TENHO CONTATO COM AGENTES FIFA BRASIL E DE OUTROS PAÍSES.
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Uma resposta para Dep. Ratinho Jr. cria projeto de Lei para coibir com a violência no futebol

  1. anonimo disse:

    O DEPUTADO OS SEUS SOCIOS DA RADIO FM LOCALIZADO EM PARANAGUA,SÃO CANDIDATOS A DEPUTADOS,A JOZAINE BAKA SE DIZ FEDERAL,E O WALDIR LEITE SE DIZ FEDERAL,O SENHOR SE CUIDE COM ESSES TRAIDORES.

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